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Hero Fiennes-Tiffin, Josephine Langford e a diretora Castille Landon conversaram com exclusividade para a Clutch sobre as filmagens de “After: Depois do Desencontro” e sobre o relacionamento de Hardin e Tessa.

No dia 2 de setembro, o filme romântico “After: Depois do Desencontro” chega aos cinemas da Ucrânia – adaptação do best-seller mundialmente famoso da escritora americana Anna Todd da série After – que falará sobre o relacionamento complexo e extremamente apaixonado entre o “bad boy” Hardin e a “mocinha” Tessa Young.

Nós usamos esses clichês não porque temos medo de metáforas, mas porque Anna Todd foi capaz de ir além dessas imagens românticas e trouxe os personagens mais próximos da realidade. Realidade essa onde a “mocinha” precisa de estímulos eternos e paixão, enquanto ela não perde o toque consigo mesma e seus desejos. Já o “bad boy” não consegue se livrar de seus demônios sem envolver sua vida de volta nos seus traumas e medos.

A imprensa, que habitualmente não favorece histórias românticas e eróticas femininas, não nega a coisa mais importante – a química insana entre os atores principais Josephine Langford e Hero Fiennes-Tiffin. Esqueça a tensão, constrangimento e pausas que a fazia a audiência rir como em “50 Tons de Cinza” ou “Crepúsculo”. Em “After” isso não acontece e nem vai acontecer, garantem os criadores. Apenas a paixão e o amor, que todos os fãs da franquia já conhecem, vão deixá-los impressionados.

Antes da estreia ucraniana do filme, quando o grau de ansiedade e expectativas já estão altos, conversamos com a diretora de “After: Depois do Desencontro” Castille Landon e com os protagonistas Josephine Langoford e Hero Fiennes-Tiffin sobre as complexidades do amor.

Castille, quando você estava prestes a assumir esse projeto, como você se preparou?
CL: Nossa, eu assisti vários filmes românticos e realmente mergulhei nos livros. Para mim, este foi o verdadeiro ponto de partida, não necessariamente focando no que já havia sido feito ou mostrado nos filmes anteriores, mas olhando para tudo com uma perspectiva nova. O que eu faria, como eu me sinto sobre isso, o que aprender com a minha própria vida e experiência? Fui atraída para o material, percebi, vi através dos olhos de Tessa e Hardin. Além disso, adaptar um livro grandioso para um filme não é uma tarefa fácil. Eu tive que focar na história de Hardin e Tessa como uma forma de poder acessar o material. E para mim, a estrela guia sempre foi Hardin, Tessa e seu relacionamento.

Josephine, uma das coisas sobre o relacionamento de Tessa e Hardin é que eles são extremamente apaixonados, mas ao mesmo tempo muito conturbados. Por que o relacionamento deles segue essa trajetória?
JL: Eu acho que tem uma parte do amor que é inexplicável. Algumas vezes as pessoas gostam uma da outra, e vendo de fora você pode não entender o motivo, eles apenas se ama. Eles têm uma conexão intelectual muito grande. Eles compartilham dos mesmos valores e ambos tiveram infâncias difíceis. No fundo, eles são parecidos, mesmo que coisas superficiais não combinam. Eu acho que isso é muito bom para o relacionamento.

Hero, o que você acha?
HFT: Eu concordo com a Josephine, essa é uma história muito pessoal em que apenas os dois entendem o contexto. Mas eles estão, é claro, cercados por pessoas que os desejam bem, e isso é importante. Até mesmo para os casais mais estáveis, isso é muito importante.

Como esse relacionamento se desenvolve em “After: Depois do Desencontro”?
HFT: Eu acho que essa é a primeira vez que eles já não estão mais naquela idade de universitários, quando chega a idade adulta e já é hora de tomar decisões sobre trabalho, onde morar, até mesmo quem vai estar ao seu lado. Sem entrar em muitos detalhes, nós sabemos que têm temas diferentes, morais e valores que vêm com essa idade, e é claro, que isso influencia o romance apaixonado entre Hardin e Tessa.

Josephine, como a Tessa cresceu ao longo da história?
JL: Bem, nós vemos a Tessa crescer de uma jovem mulher que quase não teve experiências na sua vida além do trauma do relacionamento de seus pais para ter dificuldades ao tomar decisões. Ela vem ganhando experiências importantes sobre a vida. Essa é uma jornada de uma adolescente para uma mulher adulta, que ama, que é amada, mas que não vai tomar decisões baseadas apenas no amor e sentimentos.

As filmagens aconteceram durante a pandemia. Como foram as filmagens com essas circunstâncias na Europa?
HFT: Foi interessante. Nós filmamos dois filmes seguidos – e isso nos deixou otimistas. Você conseguia escapar das notícias ruins e focar no trabalho. Nem todos tiveram esse luxo, e eu acho que posso dizer por toda a equipe: ficamos felizes com essa oportunidade. O resultado final valeu a pena. Mas, por razões óbvias, pelo bem e segurança de todos, éramos muito limitados em quase tudo e não podíamos deixar o local que estávamos. Nós queremos mostrar esses filmes para os fãs o mais rápido possível, mas trabalhamos com o máximo de segurança possível. (A pandemia) tornou o processo de filmagem mais difícil , mas no final deu tudo certo.

Castille, por que você acha que os fãs amam tanto esse casal?
CL: Eu acho que o amor entre esse casal é “viciante” no melhor sentido da palavra. E eu descobri isso no set – você vê Hero e Jo interpretando Hardin e Tessa e consegue acreditar no romance dos personagens. Apesar de estar fazendo um filme e entender muito bem que estávamos em um set, eu não pude deixar de pensar: “Ai meu Deus, eles estão realmente apaixonados, isso é tão lindo.”

Por outro lado, eu acho que a autor Anna Todd tem algo realmente incrível nos seus livros – ela não julga, ela permite que seus personagens fiquem emocionados, confusos, às vezes imperfeitos, e ela não desmoraliza eles. E isso é ótimo porque muitos de nós podem admitir que nem sempre somos as melhores versões de nós mesmos. Nesses livros, nessa história, o caos da nossa vida é descrito, o amor é descrito.

Aguardem pelo romântico “After: Depois do Desencontro” em 2 de setembro nos cinemas da Ucrânia.

Entrevista por Lena Feskova para Clutch
Tradução e Adaptação: Equipe After Brasil

O ator britânico, que também é um modelo de elite, começou sua carreira de atuação ao interpretar brevemente o vilão dos filmes de Harry Potter em sua fase jovem.

Hero Fiennes-Tiffin pertence à nobreza da arte britânica desde que nasceu em Londres, há 23 anos, em uma das famílias mais respeitadas nessa área no Reino Unido. Modelo da Dolce & Gabanna, Ferragamo e Woolrich, auxiliado por um físico esguio de 1,85m de altura e um rosto que se estende por idades, ele começou sua carreira de ator retratando brevemente o vilão dos filmes de Harry Potter como criança, para, depois de aparecer em várias outras produções, brilhar em primeiro plano como a parte masculina do casal cinematográfico do momento, idealizado pela escritora Anna Todd, baseado nas aventuras do membro mais popular do grupo One Direction, Harry Styles, em “After”.

Felizmente, a saga foi um fenômeno literário e cinematográfico, chegando à sua terceira adaptação com “After: Depois do Desencontro”, em que seu personagem, o atraente, mas um tanto inquieto e oprimido Hardin Scott enfrenta o seu pior inimigo – ele mesmo -, apoiado como sempre por sua amada Tessa, que é interpretada pela também muito midiática Josephine Langford.

Como você vê o crescimento de Hardin?
Bem, ele começou como um bad boy um tanto misterioso que as garotas gostam muito, então descobrimos que ele é bastante atormentado por seu passado e agora vamos entender o porquê dele ser assim. Sim, ele vai crescer, evoluir e vai, literalmente, sair de sua pele para chegar ao seu destino que consiste em recompor o que ele destruiu no seu interior e ser a melhor versão de si mesmo e para ele próprio. Eu diria que a parte de sua jornada agora é acordar e ser uma pessoa melhor.

O que você acha que tem em comum com ele (Hardin) e o que você acha que os diferencia?
Uma de nossas similaridades é que ambos colocamos bastante esforço e amor ao fazer coisas que nós amamos. Somos muito dedicados quando algo realmente nos interessa. Se eu gosto de algo, coloco todo o meu esforço e dedicação, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. Somos parecidos nesse quesito, mas nos diferenciamos em que eu acho que sou, ou geralmente sou, mais lógico, enquanto ele é mais levado por seus sentimentos e é muito impulsivo. Eu diria que sou melhor ao lidar com minhas emoções e ao pensar mais antes de agir.

Os personagens que permitem o ator a deixar se levar são mais divertidos?
Eu gosto de personagens que não estão cientes das consequências de suas ações e da quantidade de danos colaterais que podem causar com a sua natureza destrutiva. Eles acabam com relacionamentos, eles explodem frequentemente, e talvez isso seja algo que todos nós gostaríamos de fazer algumas vezes, mas geralmente nos contemos. Me desculpem, isso não é um comportamento que deve ser considerado como um exemplo, mas é tremendamente divertido para um ator poder interpretar alguém assim, que te permite atuar sem muitas limitações porque ele ainda não aprendeu a se controlar. É fantástico lidar com um personagem tão intenso e, ao mesmo tempo, enquanto ele vai se conhecendo aos poucos, ele te deixa em alerta e atento a esses detalhes.

Muitos tentam, mas nem todos conseguem fazer uma saga juvenil se tornar um sucesso literário e cinematográfico. Você consegue achar uma explicação para isso?
Eu acho que o segredo dessa conexão é que as histórias de amor não têm uma data de validade. Nós já vimos milhares delas ao longo da história e não nos cansamos porque, no final das contas, elas refletem uma parte importante da vida das pessoas, ainda mais quando você é jovem e enfrenta todos esses sentimentos pela primeira vez. Eles geralmente são novos para você. E então, as histórias de “After” têm tudo aquilo que preocupa os jovens: problemas familiares, relacionamentos, festas, bebidas e separações. E elas não se afastam de questões como sexo e da importância que isso representa em um relacionamento. Isso é algo que outras sagas não abordam. No final, tudo isso torna a história cativante.

E as pessoas te tornaram um símbolo sexual com 23 anos…
Bem…

Você acha que, até o momento, a sua boa condição física tem sido fundamental na sua carreira?
Eu acho que sim. Acho que algo teve a ver com isso.

Você gosta da sua carreira como modelo?
Sim, embora eu prefira mil vez atuar e essa sempre foi a minha prioridade. \mas a verdade é que eu gosto de usar roupas descoladas e amo viajar e conhecer novas pessoas através dessa parte da minha vida. Eu também gosto de explorar o mundo da criação e ver como os designers investigam e criam novos estilos. É um mundo muito emocionante. Sim, eu gosto de ser modelo também.

Isso é algo que faz crescer o seu número milionário de seguidores que te acompanham nas redes sociais. Você gosta disso? Sente orgulho ou não curte a ideia ter influência na vida de pessoas que você não conhece?
Na verdade, um pouco de tudo isso. Eu gosto, mas também é um peso nos meus ombros que eu carrego. Não era algo que eu esperava, eu apenas gostava de atuar e contar histórias – a fama e seguidores vieram de repente. No começo, foi algo que me preocupou e quis me manter um pouco afastado, mas com o tempo eu acostumei com o fato já não é algo que me preocupa mais. Além disso, sempre que tenho contato com alguém através das redes sociais, eu sempre recebo bastante amor e fãs incríveis me apoiam, isso é algo que me deixa muito feliz. Mas no começo foi chocante e difícil de me acostumar.

E isso já começou desde a época em que você interpretou Tom Riddle na saga Harry Potter, onde você dividiu o personagem com seu tio Ralph Fiennes?
Sim, foi muito curioso para nós dois interpretarmos o mesmo personagem em fases diferentes. Todos foram muito gentis comigo e sempre se preocupavam se eu estava confortável, o diretor sempre sorrindo e calmo, não deixando cair a pressão das filmagens em cima das crianças. Apesar de ter ficado nervoso, só tenho boas lembranças dessa experiência. Foi incrível.

E agora que Hardin Scott está prestes a desaparecer de sua vida, ainda faltando mais um filme a ser lançado, para onde você pretende direcionar os seus próximos passos?
Eu amaria estar em uma história que se passasse na Inglaterra, talvez um filme do Guy Ritchie. Isso me deixaria muito feliz, trabalhar em Londres em alguma típica história londrina porque existem muitos talentos no meu país, os atores são incríveis. Eu colocaria Sherlock Holmes na minha vida e carreira, por exemplo, sem hesitação, mas existem muitas outras histórias que ainda não foram vistas pelas pessoas e eu espero que elas estejam aguardando por mim.

Entrevista: La Vanguardia
Tradução e Adaptação: Equipe After Brasil

Os protagonistas de “After 2”, Josephine Langford, Hero Fiennes-Tiffin e Dylan Sprouse, contam para a VanityFair.it as emoções e curiosidades por trás de um dos filmes mais esperados do ano. E a escritora da saga, Anna Todd, fala sobre a importância de falarmos sobre sexo entre os mais jovens.

Os leitores que reprovaram o primeiro filme por ser muito diferente do livro, amenizar a relação entre Tessa e Hardin e eliminar muitas das cenas de sexo presentes entre as páginas não ficarão decepcionados, pois “After We Collided”, o segundo capítulo de uma das sagas mais bem sucedidas dos últimos anos, eleva o nível e as atmosferas carregadas de tensão, sexual e emocional, dos protagonistas da obra original de forma surpreendente, plausível e absoluta.

“A produtora garantiu que desta vez eu tivesse mais poder no processo criativo para que os fãs não ficassem decepcionados.” — Anna Todd.

“O primeiro filme não tinha muitas das sombras que caracterizam a relação entre Tessa e Hardin. O diretor Roger Kumble imediatamente se familiarizou com o material que trabalharia e estava animado para dar aos fãs o que eles queriam”, disse a escritora Anna Todd, em uma conferência via Zoom, ao apresentar à imprensa estrangeira o segundo filme de seu livro, After 2 – Un cuore in mille pezzi, publicado na Itália pela Sperling & Kupfer.

O filme, que chega aos cinemas em 2 de setembro, retoma a história de onde parou: Tessa descobriu que Hardin, o garoto por quem ela se apaixonou loucamente em seu primeiro ano na faculdade, decidiu seduzi-la devido a uma aposta e agora ela está determinada a reprimir qualquer sentimento que a prenda a ele. Enquanto Hardin não consegue se livrar dos maus hábitos que já havia mostrado no primeiro filme, Tessa segue em frente, começa um estágio na editora Vance e conhece um cara que parece ter todas as qualidades necessárias para se candidatar ao posto de namorado perfeito. Seu nome é Trevor e, embora os fãs dos livros tenham sentimentos diferentes em relação ao personagem, sabemos que ele ganhará grande parte do público por sua aparência e olhos verdes. Ele será interpretado por Dylan Sprouse, que explica como foi emocionante se tornar parte de um projeto tão querido por jovens do mundo todo: “Quando cheguei em Atlanta, sabia que entraria em uma produção muito querida. De um lado, havia a atmosfera da equipe em que todos pareciam se conhecer e se divertir muito – e do outro, o efeito After que encantou os fãs.”

Josephine Langford e Hero Fiennes-Tiffin, agora muito mais íntimos na tela e grandes amigos na vida real, estão de volta a seus personagens. “Neste filme, finalmente encontramos uma Tessa mais madura e sábia, lidando com um estágio e a bagagem de seu primeiro grande amor “, revela Josephine, que usa roupa preta e uma maquiagem pesada.

“O primeiro filme gira em torno do encontro dos dois protagonistas e, quando ele termina, o público sabe os sentimentos que eles têm um pelo outro. Por outro lado, o segundo se concentra em explorar o mundo interno dos personagens, então não acho que os dois protagonistas mudam significativamente: prefiro dizer que é a maneira como os vemos que muda”, acrescenta Hero, com o cabelo para trás e de polo bege, que se destaca em um fundo branco. Desta vez, ambos estarão envolvidos em mais cenas de sexo do que no primeiro “After”. Perguntamos a ele se houve um pouco de constrangimento no set, e foi Josephine quem respondeu. Hero diz que “algumas vezes eu esqueci minhas fala, o que foi embaraçoso”, então Josephine explica que ter uma equipe sempre pronta para te ajudar foi crucial para fazê-la se sentir confortável ao filmar sequências mais ousadas. “Esse é o tipo de ambiente que você precisa para ser capaz de fazer tal filme e ficar emocionalmente estável no set.”

Além do relacionamento de Tessa e Hardin, “After 2” mostrará mais sobre o passado, especialmente o de Hardin. “Saber o que ele passou pode nos dar algumas explicações sobre o seu comportamento e jeito de ser”, acrescenta Hero, que ressalta que ele nunca fez uma aposta tão terrível como Hardin fez com seus amigos para fazer com que Tessa se apaixonasse por ele e depois tivesse o coração. “Eu nunca poderia fazer algo tão ruim. Admito ter apostado muito dinheiro no meu time favorito algumas vezes, mas é algo que não faço mais.”

“Acho que desse ponto de vista, o presente conta mais do que o passado e a evolução que ambos vivem como seres humanos também emerge de uma mudança na forma de comunicação entre eles,” Josephine também comenta.

A história dos dois protagonistas, por outro lado, é tão familiar para o público que nem mesmo a autora da saga, Anna Todd, sabe explicar porque seus cinco livros encontraram o gosto de tantos leitores em todo o mundo: “Eu também gostaria de saber. Acho que o sucesso de “After” é devido ao fato de que você pode encontrar uma parte de si mesmo em cada um dos personagens. As histórias contadas são tantas que, mesmo que você não possa se ver em Hardin ou Tessa, você pode se ver em Molly ou Steph, e você pode encontrar algo sobre sua própria infância descobrindo o vício de Hardin. Não é simplesmente a história de duas pessoas fazendo sexo e brigando, os personagens são profundos para que qualquer um possa, em partes, se identificar com eles. Essa é a conclusão que cheguei ao longo dos últimos dois anos.”

As demonstrações de afeto pelo trabalho de Todd, por outro lado, vieram em mais de uma ocasião – em certo momento ela conta ter tido contato de dois pais brasileiros que haviam perdido a filha, que morreu com seu livro no colo. “Muitas meninas me dizem que aprenderam várias coisas. Tem aquelas que me disseram que perceberam que deveriam largar um menino, aquelas que entenderam que deveriam perdoar seu pai, aquelas que perceberam que deveriam se sentir mais seguras e aquelas que tinham que desistir da ideia de um amor perfeito. Eu amo ver tantas reações diferentes porque, por mais que muitos não acreditem no meu trabalho, eu posso atingir o coração de muitas pessoas, de um jeito ou de outro.”

Falar sobre sexo não é uma escolha qualquer, mas sim necessária: “Eu não entendo esse hábito de querer manter as meninas afastadas sobre tudo relacionado ao sexo, e subordinar sua ideia de sexo a um ponto de vista puramente masculino. Quando ‘Cinquenta Tons de Cinza” foi lançado, muitas mulheres escondiam a capa do livro, aterrorizadas por saberem que estavam lendo um romance erótico. Mas quando você é uma pessoa adulta, isso não deveria acontecer. Também penso nas controvérsias provocadas por “After”, relacionadas ao fato de que as meninas leram sobre masturbação, mas eu não entendo o porquê que você deveria ter vergonha. Se você se sente ofendido pelo sexo, você não é obrigado a ouvir sobre isso, mas aquelas pessoas que são curiosas – e muitas meninas jovens são – têm todo o direito de explorar sua sexualidade e fazer sexo. O sexo deve permitir que você se sinta poderosa, e por mais generalizado que possa parecer, são principalmente os homens que teriam mais a aprender sobre o assunto. Para que haja uma verdadeira coesão nos relacionamentos, é importante que as meninas possam expressar sua sexualidade e experienciá-la como uma coisa normal, e que o assunto seja abordado sem nenhuma vergonha.”

Entrevista por Mario Manca para a Vanity Fair Italia.
Tradução e Adaptação por Tiffany Luana e Marcelo Ramos para o After Brasil.

Matéria publicada por: Biah Frazão

O mundo era um lugar muito diferente quando Nikolaj Coster-Waldau e Hero Fiennes Tiffin voaram para o Canadá para filmar The Silencing no ano passado. Coster-Waldau estava terminando de gravar a sétima temporada como Jaime “Kingslayer” Lannister em Game of Thrones da HBO, enquanto Fiennes Tiffin seguia seu papel de arrogante mercurial em After, a adaptação para jovens adultos de enorme sucesso.

Então, é claro, veio a pandemia, destruindo basicamente tudo sobre o mundo – incluindo o processo usual de promoção de um filme de suspense e cheio de estilo como The Silencing. Por necessidade, The Silencing chegará em cinemas selecionados e em vídeo sob demanda, estou conversando sobre isso com Coster-Waldau e Fiennes Tiffin de nossas respectivas quarentenas: Coster-Waldau na Dinamarca, Fiennes Tiffin na Inglaterra e eu na Califórnia.

Felizmente, The Silencing é exatamente o tipo de filme que deve fornecer uma distração bem-vinda para quem precisa de uma pausa do mundo real agora. Coster-Waldau interpreta Rayburn, um caçador aposentado que passa seus dias protegendo uma reserva natural e procurando a filha adolescente desaparecida, que todos supõem que esteja morta. Fiennes Tiffin interpreta Brooks, um jovem errante problemático com uma série de segredos. E quando o cadáver de outra adolescente é descoberto, os dois personagens acabam como protagonistas de um mistério cada vez mais tortuoso.

Aqui, Coster-Waldau e Tiffin falam sobre The Silencing, pintando seus dentes de marrom, e como é quando um diretor começa a brincar com uma arma no set:

Já se passou quase uma década desde que o roteirista Micah Rahnum escreveu o roteiro – e ganhou uma parceria – para The Silencing, mas vocês só se juntaram a este projeto nos últimos dois anos. Como esse script acabou chegando para vocês?

Nikolaj Coster-Waldau: Eu li anos atrás e achei um ótimo roteiro. Uma história muito simples, mas uma pequena reviravolta em uma história familiar. Começamos a procurar um diretor… e demorou um pouco, com as agendas se alinhando. E então eu vi o filme de Robin Pront, The Ardennes, que era tão bom e interessante e tinha algumas das qualidades que pensamos que seriam ótimas para isso.

Então era isso. De repente, aconteceu em uma reviravolta. Era um orçamento muito, muito baixo. Nós disparamos ao norte da fronteira, em Sudbury, Canadá. Excelente localização. Quando pesquisei Sudbury, uma das primeiras coisas que surgiram é que costumava ser um lugar onde as pessoas entendiam os efeitos da chuva ácida. Porque era uma grande cidade de mineração, e eles tiveram a pior chuva ácida do mundo. Literalmente, não sobrou vegetação, lá nos anos 70. Mas agora é lindo.

Hero Fiennes-Tiffin: Eu tinha acabado de promover o primeiro filme After. Eu deveria ir para casa, mas fui gentilmente convidado para o Met Gala. Tive um período intermediário em que voltaria para casa para um bom descanso de três semanas antes de voltar para Nova York. E de repente, isso apareceu, e se encaixou perfeitamente na programação – além de ser um papel no qual eu estava super interessado.

Rayburn é um verdadeiro sobrevivente, com uma reputação bem merecida por caçar e fazer armadilhas. Você tem alguma dessas habilidades?

NCW: Eu mesmo já cacei. Sempre gostei do ar livre. Mas Rayburn tem uma maneira muito específica de sobreviver. Ele usa uma garrafa de Jack Daniels para passar o dia. Eu nunca fiz isso. Obviamente, esta é a história de um cara que já estava bastante perturbado – mas perder sua filha cinco anos antes do filme começar o descarrilou completamente. Esse é um bom ponto de partida para um ator, se você pode começar de algum ponto extremo.

É difícil imaginar como as coisas poderiam ficar muito piores para ele, mas pioram.

NCW: Pelo menos ele tem um cachorro. Sempre há cachorros!

E Hero, espero que você não leve isso como um insulto, mas você não parece que seria o primeiro nome na lista a interpretar um adolescente viciado em drogas de Minnesota.

HFT: Foi tão bom fazer um papel tão diferente do papel de After. Mesmo sendo um papel coadjuvante, com um elenco tão bom… After é, você sabe, só eu e Josephine Langford, e esse foi o nosso primeiro filme. Então, ir e atuar com Nikolaj e Annabelle [Wallis] – em um papel completamente diferente que se encaixava perfeitamente na programação – foi apenas um sonho que se tornou realidade. Foi muito rápido, na verdade, mas funcionou perfeitamente.

Não vou estragar nada, mas é seguro dizer que Brooks tem alguns demônios. Como você conseguiu entrar na cabeça de um cara com tanto trauma?

HFT: Alguns papéis são emoções relacionáveis que você está retratando, e esse nem tanto, para mim. Então, fiz algumas pesquisas sobre traumas de infância e como isso afeta seu comportamento. Prescrições de opioides e problemas com drogas – isso era algo que eu definitivamente tinha que me educar com antecedência.

Mas essa é a diversão do trabalho, não é? Essa é a essência da atuação, quando você está tentando fazer algo mais longe de você. Quando exige mais. Quando te colocam na maquiagem e pintam seus dentes de marrom…

Os dentes marrons eram um toque muito bonito.

HFT: As pessoas ficaram meio hesitantes, saindo do After, para me deixar com um olho roxo e dentes sujos. E eu disse, “Vá em frente, pessoal! Vamos lá!” Foi sugestão do diretor, Robin Pront, e eu realmente gosto do visual que criamos.

Entre Brooks, Hardin Scott e o jovem Voldemort, você parece que está desenvolvendo um talento especial para personagens com um lado sombrio. É esse o tipo de papel que atrai você? Ou isso é apenas uma coincidência?

HFT: Eu sou tão novo nisso que ainda não sei realmente qual é a minha preferência. Eu gosto de fazer um pouco dos dois. Acho que você sabe no que é melhor ou para qual você é mais adequado. Até agora, tem sido menos dos personagens angelicais. Eu definitivamente quero continuar tentando os dois. Eu realmente não tenho um papel dos sonhos. Eu adoraria destruir algo como Indiana Jones ou James Bond, mas há tantos gêneros e filmes que amo. Não quero me colocar em uma posição em que tenho algo em que tenho que focar, porque simplesmente sei que há muito valor em todos os tipos diferentes de papéis que gostaria de desempenhar.

Original | Tradução e adaptação: Equipe Hero Fiennes Tiffin Brasil e After Brasil

Às vezes, eventos inesperados ajudam a impulsionar a carreira de um jovem ator. Pegue, por exemplo, Hero Fiennes Tiffin, que uma vez interpretou Tom Riddle (a versão mais jovem do antagonista Lord Voldemort) em Harry Potter e o Enigma do Príncipe e mais tarde, ao entrar na idade adulta, se tornou um protagonista/galã no mundo sexy, dramático e romântico contemporâneo After, baseado no romance jovem adulto popular. O ator e modelo tinha acabado de promover o filme e estava se preparando para o Met Gala, quando soube que havia sido escalado para The Silencing.

Interpretar um suspeito de assassinato com problemas emocionais era exatamente o que Fiennes Tiffin esperava adicionar à sua lista crescente de créditos. As três semanas de filmagem no Canadá se encaixaram perfeitamente em sua programação, antes que ele precisasse retornar ao set para filmar a sequência After.

Aos 22 anos, Fiennes Tiffin já é um veterano da indústria do cinema. Antes de interpretar o jovem bruxo Riddle em 2009, ele fez sua estreia na comédia britânica de 2008 Bigga Than Ben. Nascido Hero Beauregard Faulkner Fiennes Tiffin, ele vem de uma renomada família de atores e cineastas. Sua mãe é a diretora premiada Martha Fiennes (Onegin) e seu pai é o diretor de fotografia George Tiffin. Seus tios são os atores Ralph Fiennes (que interpretou Lord Voldemort ao longo da série Harry Potter) e Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado). Fiennes Tiffin não recebeu apenas o papel de Tom Riddle por causa de sua conexão familiar, no entanto. Ele competiu contra centenas de outros meninos para ganhar o papel. O diretor David Yates disse que o jovem foi escolhido porque conseguiu “o jeito, o humor sombrio e o espírito estranho do personagem.”

Essa capacidade de mergulhar profundamente nos recessos emocionais sombrios dos personagens veio a calhar com seu papel de Brooks no filme de suspense de Robin Pront, The Silencing, que também é estrelado por Nicolaj Coster-Waldau de Game of Thrones e Annabelle Wallis do famoso Peaky Blinders.

Interpretando Brooks, Fiennes Tiffin é um jovem adulto problemático que cresceu em um lar adotivo fisicamente abusivo. Ele se viciou em opioides e já há algum tempo tem problemas com a lei. Quando o corpo de uma jovem é descoberto ao longo das margens arborizadas de um rio, Brooks se torna um suspeito. Até que mesmo sua irmã, a xerife local nesta pequena e moribunda cidade localizada na fronteira americano-canadense, comece a suspeitar que ele pode ser o culpado. Enquanto isso, Rayburn (Coster-Waldau), um caçador aposentado, assiste uma cena assustadora – um caçador em um terno ghillie (um disfarce de gravetos) está rastreando outra jovem como presa em sua propriedade de santuário de animais, então ele sai para investigar. A Xerife Gustafson (Wallis) investiga profundamente a caça ao assassino e enfrenta o dilema moral do que fazer se descobrir que seu irmão é o culpado.

A Saban Films lançará The Silencing nos cinemas, bem como em VOD (Video on demand) e em plataformas digitais no dia 14 de agosto.

De sua casa em Londres, Fiennes Tiffin falou por telefone sobre interpretar um personagem problemático em The Silencing e reprisar seu papel de Hardin Scott em After We Collided (After Depois da Verdade), o próximo capítulo do casal e seu relacionamento tumultuoso, que deve ser lançado por VOD em outubro.

O que te atraiu para você ao interpretar esse personagem, Brooks, em The Silencing?
Foi tudo muito rápido em termos daquela oferta de trabalho. Eu estava na verdade promovendo After, e então eu deveria ir para casa por algumas semanas, e depois ir para o Met Gala, mas então recebi a oferta para interpretar Brooks, que é um papel tão bom que se encaixa quase perfeitamente dentro disso período de três semanas após o Met Gala e para a próxima sequência de After.

O papel em si era algo que eu queria fazer porque o achei atraente, mas também porque ajudou a equilibrar com alguns dos papéis que fiz anteriormente. Ir de After para algo tão diferente como isso e então voltar para o segundo filme de After foi algo que definitivamente me atraiu. Parecia algo que era para ser, devido o tempo do cronograma e o quanto eles estavam interessados em mim, e o quanto eu estava atraído pelo personagem. Muito raramente funciona tão perfeitamente.

Brooks é muito perturbado e por razões muito compreensíveis: ele sofreu abuso de seus pais adotivos e tem problemas de abandono com sua irmã mais velha, que recentemente voltou à sua vida. Como você entrou na mentalidade desse personagem?
Eu fiz uma boa pesquisa sobre os efeitos de traumas de infância semelhantes sobre as pessoas, os efeitos dos medicamentos prescritos e do problema com opioides. É um caso menor na Inglaterra, então eu tive que me educar um pouco sobre isso na América. Acho que a localização foi apropriada para as cenas em que estávamos ambientalmente e no que diz respeito aos personagens, então metade do trabalho foi feito para mim (como ator) – do jeito que era tão imersivo, todo o ambiente era, ao invés de estar em um estúdio, onde é completamente diferente por dentro do que é por fora. Então, eu senti como se estivéssemos vivendo no ambiente em que tudo foi definido.

Seu diretor, Robin Pront, disse que queria que o público sentisse aquela sensação de frio e que precisava de “um abraço caloroso”.
Sim, você pode ver logo no início que ele tinha esse estilo direto ao ponto. Eu sei exatamente o que ele quer dizer. Com o visual e a trilha sonora, você sabe em 10 segundos de filme qual é o seu clima. Ele fez um ótimo trabalho em definir esse tom.

Como foi trabalhar com seus colegas de elenco Nicolaj Coster-Waldau e Annabelle Wallis?
Passei muito mais tempo com Annabelle do que com Nicolaj. Ela interpreta minha irmã mais velha e me acolheu muito. Eu me senti muito bem cuidado. Com Nicolaj, nossa grande cena juntos infelizmente foi cortada, então eu não tive muito tempo para aprender e trabalhar com ele, mas o tempo que eu fiz, eu aproveitei. Eu só queria ter tido mais tempo com ele.

Você gravou After We Collided depois de The Silencing. Estava tudo encerrado antes do confinamento da pandemia?
Felizmente, terminamos um pouco antes de tudo acontecer. Encerramos bem a tempo. Ao pensar em como o coronavírus afetou o lançamento de filmes, tive muita sorte de que todas as coisas em que estava envolvido já haviam sido feitas antes (do confinamento).

Você voltou para casa na Inglaterra durante o confinamento?
Sim, estive em casa em Londres, não fazendo muito. Fazendo as coisas de sempre e depois abandonar metade delas. Você sabe como isso vai. Nas primeiras semanas, toda a minha roupa estava lavada quando precisava e a grama estava cortada, eu fazia minhas corridas. Então, algumas semanas depois, a roupa começou a se acumular.

Você tem permissão para sair por Londres agora, onde você teve uma onda de calor e todos estavam ao ar livre nos parques.
Está super quente hoje. Isso meio que vem e vai. Estou aqui há 22 anos e não há consistência no clima de Londres. Você meio que acorda e olha pela janela para ver o que acontece. As estações do ano não significam nada aqui, eu não acho. Ouvi dizer que estava muito nublado em LA pelos meus amigos de lá.

Você está lendo roteiros? Há alguma luz no final do túnel indicando quando você pode voltar ao trabalho?
Sim. Em termos de projetos, os roteiros ainda estão circulando e os telefonemas ainda são feitos. Não está rolando nada, mas se tudo correr bem, talvez no início do próximo ano, mas nada que eu possa dizer ainda.

Você tem After We Collided saindo em VOD no dia 2 de outubro. Interpretar Hardin Scott no longa fez de você um galã entre seus fãs. Como é ser admirado por tantos fãs?
Me sinto obviamente honrado e muito grato a eles. Grande parte do crédito deve ir para Anna Todd, a autora dos livros, que criou um personagem tão bom. Todos os fãs já são tão atraídos por Hardin. Eu só tinha que dizer as palavras no papel. Os fãs agora me apoiam com a mesma abordagem dos personagens sobre os quais leram. Estou simplesmente feliz por ter dado vida a esse personagem.

Você vai promover o lançamento desse filme também?
Sim, eu realmente tenho feito isso, ontem e hoje, enquanto conversamos. Apenas me preparando para mais trabalho quando o trabalho chegar.

Existe um determinado papel ou tipo de filme que você gostaria de participar?
Eu não tenho um papel dos sonhos, por si só, mas se você me colocar no local, suponho que um papel aleatório que eu adoraria fazer é um tipo de filme de Indiana Jones ou James Bond. Ação, mas não apenas ação pura. Então, algo assim em algum momento seria definitivamente algo que eu adoraria fazer.

Original | Tradução e adaptação: Equipes Hero Fiennes Tiffin Brasil e After Brasil



Nome: After Brasil / Anna Todd Brasil
Online desde: 19 de Junho de 2014
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Webmaster: Douglas Vasquez
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Versão: 4.0

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AFTER
Status: Disponível
Direção: Jenny Gage
Roteiro: Susan McMartin

AFTER: Depois da Verdade
Status: Pós-produção
Direção: Roger Kumble
Roteiro: Anna Todd

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