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Hero Fiennes Tiffi fala sobre fama e medos com Josephine Langford: A matéria é exclusiva e acontece em um bate-papo entre Hero e Jo, sobre carreira, medos e seus papéis em After.

O futuro rei das adaptações jovem-adultas e sua rainha em tela discutem a adaptação sensual de After

Josephine: Devo começar? Vamos fazer um bate e volta. Como você era na escola?

Hero: Eu me lembro de ser muito diferente na escola. Eu mudei muito, mas eu era um cara legal, acho. Eu não me enfiei em muitos problemas. Quando olho para trás, eu sinto falta do tempo com os amigos.

H: Como você era na escola? O que te atraiu à atuação, ou quando foi que o bichinho te picou?

J: Na escola, eu sempre fui a criança estranha, acho. Mas desde muito cedo eu acho atuar divertido e sempre soube que era algo que gostaria de fazer, então, eventualmente eu comecei.

H: Sei o que você quer dizer. Todo mundo é estranho no colégio, acho. Qual foi a sua primeira obsessão quando criança? Acho que sei… Foi o Eurovision? Podemos concordar em discordar sobre ser mais importante do que a Copa do Mundo…

J: [Risos] Ah! Eu amo Eurovision! É a melhor coisa do mundo e assisti-lo deveria ser obrigatório. Eu poderia falar sobre isso por um tempo…

H: Falando de música, One Direction, a inspiração para After, foi algo importante enquanto você crescia na Austrália?

J: Importante tanto quanto em qualquer outro país. Eu ouvi um de seus discos e achei bom, mas não fazia parte do fandom, necessariamente.

H: Você soou um pouco defensiva aí! [Risos]

J: [Risos] Acho que eles estão indo muito bem como artistas solo! Você era um fã? Que tipo de música você ouve?

H: Eu gosto de pensar que sou eclético, mas minhas playlists são dominadas por rap britânico. E quanto a você?

J: Muita coisa. Gosto de músicas em particular em oposição à discos e artistas — Spotify ajudou muito pra isso. Que tipos de livros você lia quando criança? Você era um leitor voraz?

H: Eu definitivamente não lia tanto quanto deveria. O primeiro livro que li foi Horrid Henry — Vocês tinham isso lá? É sobre uma criança, Henry, que entrava em confusão o tempo todo e enchia o saco do irmão, Peter. Eu sou o mais novo, então me identificava com Peter, e meu irmão era mais como Henry. De qualquer forma, estou entrando muito a fundo nisso.

J: Falando em livros, como você conseguiu seu papel em Harry Potter e o Enigma do Príncipe?

H: Minha mãe era uma diretora na Europa e ela conhecia as pessoas que estavam fazendo a escalação; eles ainda não haviam encontrado ninguém para o papel do jovem Tom e perguntaram se alguma de suas crianças gostariam de fazer audição. Ela teve que me convencer um pouco; eu não acreditava que conseguiria o papel e a audição significava perder seis dias de escola, basicamente. Mas eventualmente consegui o papel, para a minha surpresa… O que você achou de After quando leu o roteiro?

J: Eu estava no avião quando li pela primeira vez. Achei que era uma ótima história e um pouco sensual. Enquanto o tempo passou, eu fiquei mais confiante no que estávamos fazendo e cada vez mais animada com o filme. E quanto a você?

H: Eu sempre acho difícil responder essas perguntas… Mas eu reagi estranhamente da mesma forma que você; eu achei uma história ótima.

J: Existe alguma cena que você está animado para ver no filme? Ou alguma que não está? [Risos]

H: Há várias cenas que não estou ansioso para ver com meus amigos e família. Estou animado para ver as que eu não estou, tipo as cenas em que você está em casa… Foi um desafio manter o sotaque americano como Tessa?

J: Não foi, porque eu tentei falar o máximo possível com ele.

H: Qual a porcentagem de tempo em que você esteve com o sotaque?

J: Acho que estava até falando assim fora do set. Em algumas ocasiões, quando se está na América, as pessoas te entendem melhor sem o sotaque australiano.

J: Quando você leu o roteiro, imaginou alguém no papel da Tessa?

H: Havia outra atriz originalmente escolhida para ser a Tessa, então as minhas expectativas mudaram quanto a isso, óbvio. Mas depois que o processo seguiu, não criei expectativa nenhuma, na verdade.

J: Eu não imaginei mais ninguém também… Você é britânico, e o seu personagem também, então isso bateu com as minhas expectativas. Você não tem tatuagens e o personagem sim, então isso foi um desafio! Em termos de colaboração, existe alguém que você amaria trabalhar junto?

H: Minha mãe. Eu amaria ser dirigido pela minha mãe.

J: Esta é uma ótima reposta! Você alguma vez ficou encantado ao conhecer alguém famoso?

H: Eu acho que não. E você?

J: Eu nunca. Mas teve uma entrevista que fiz há 2 anos que foi tirada do contexto. A entrevista dizia que fiquei encantada por alguém em um filme. Mas não aconteceu. Existem definitivamente pessoa que eu conheci e respeito, mas sou muito consciente ao fato de que por trás da fama, são pessoas normais.

H: Você tem algum medo? O que você teme?

J: [Risos] Estou grata por você ter perguntado isso! Existe um mito que tem sido perpetuado por aí de que eu tenho medo de cobras. Eu não tenho medo de cobras!

H: [Risos] Você sabe onde começou?

J: Você!

H: Certo, foi incorreto presumir que baseado no fato de você ser australiana, mas tem medo de pequenos insetos na água, que você teria medo de cobras também. [Risos] Desculpe por criar este rumor!

J: Quero apenas esclarecer que eu tenho uma apreensão muito natural com animais que podem matar você, ou tipo ursos, mas eu nunca vou gritar ou fazer cena quando ver um só porque isso seria incrivelmente estúpido. Eu segurei uma cobra para um ensaio de fotos!

H: Ah! Eu também! Mas para um ensaio diferente. Como foi pra você segurar uma cobra?

J: Eu pedi para segurar a cobra. Era uma albina fofa e eu estava tipo, Posso segurá-lo?, acho que seu nome era Ben. E como foi pra você, segurar uma cobra?

H: Por sorte, ela mijou no dono antes de eu segurá-la, então não aconteceu nada comigo. Foi legal, mas não me sinto tão inclinado a segurar a cobra. Acho que instintivamente, com a forma que cobras e aranhas se movem, meu instinto diz para não chegar perto.

J: Faz sentido.

Tradução por After Brasil.

https://twitter.com/AfterBrasil_/status/1098977109744279553

Hero Fiennes Tiffin – cheirando levemente a fumaça de cigarro e mexendo delicadamente em seu coquetel pela metade – tem falado sobre amor e relacionamentos por quase meia hora quando finalmente solta a bomba. Curiosamente”, ele começa, um pouco reticente, “eu nunca tive, um relacionamento adequado. Eu não tive uma garota que eu chamaria de namorada.” É uma revelação surpreendente vinda do ator britânico de 21 anos, que é, francamente, perito em fazer o tipo de coisa que caras com muitas namoradas fazem.

Sentar-se em frente a ele é dar testemunho de uma montagem de comportamentos de galã – ele passa os dedos pelos cabelos, dando um sorriso fraco, lambendo os lábios antes de embarcar em um ponto particularmente apaixonado… Ah, e há também o fato de que seu retrato fumegante de Hardin Scott na próxima adaptação da fanfic de One Direction – ficção para filme – After, seu primeiro papel principal, parece, bem, praticado.

Para muitos adolescentes na internet, Hardin representa o amigo bad boy. Inspirado pelo cantor da 1D, Harry Styles, o personagem apareceu pela primeira vez em uma saga de mais de 2.500 páginas publicada na plataforma Wattpad, onde já acumulou mais de 1,5 bilhão de leituras.

O alto nível do jovem ator também chamou a atenção de diretores de elenco da indústria da moda. Seu sorriso carinhoso aparece proeminentemente no filme de moda Erdem x H & M dirigido por Baz Luhrmann em 2017,
e Fiennes-Tiffin está atualmente vestido com calças slim e um moletom cinza, ambos presenteados à ele por Dolce & Gabbana depois que ele apareceu em uma de suas campanhas. “Na pequena quantidade de trabalho de modelagem que fiz, sempre me dizem que nunca sorrio”, ele diz.

“Se me disserem para sorrir, vou sorrir. Mas o normal é apenas uma cara fechada. Cara séria. Expressão mal humorada. Eu acho que isso me beneficiou em interpretar Hardin ”. Ele ri com a afirmação. “Sorrir era algo que não acontecia em muitas cenas.”

O primeiro papel distintamente sombrio de Fiennes Tiffin foi o do jovem Lord Voldemort, também conhecido como Tom Riddle de 11 anos, em Harry Potter e o Enigma do Príncipe – que ele conseguiu, em parte, graças a sua relação (e semelhança) com o Voldemort adulto, interpretado por seu tio Ralph Fiennes.

Quando perguntado qual nome é mais doloroso viver – seu primeiro ou o último – ele se inclina para trás em seu banquinho, geme e solta uma risadinha. “Essa é uma boa pergunta”, ele responde, embora no final se recuse morder a isca. “Eu não penso nisso como uma “dor na bunda” (algo incômodo). Eu penso nisso como uma bênção”.

Em vez de falar sobre sua família do showbiz (seu outro tio e ator Joseph, e sua mãe e seu pai, um diretor de cinema e o outro diretor de fotografia, respectivamente), Fiennes-Tiffin é muito mais feliz em falar sobre seus amigos. Existem os “M Boys”, um grupo de 20 pessoas que ele cresceu e que mantém contato através de mensagens texto em grupo; seu primo, com quem ele planeja se encontrar mais tarde (“Feliz aniversário, Cheyenne!”, grita para meu gravador); e uma garota chamada Ruby, a quem ele agradece por recomendar uma joalheria próxima, onde ele logo estará caçando um novo colar de correntes.

Há poucas evidências do lado excitável e indisciplinado de Fiennes-Tiffin em Hardin, e o bad boy tatuado com camiseta do Ramones provavelmente zombaria do senso de escolhas de roupas do ator (a mistura de academia e lazer).

É provavelmente o melhor, porém, que Fiennes-Tiffin (que também foi recentemente escolhido para interpretar um soldado da União no drama de guerra Freedom’s Path) se distancie do personagem um tanto problemático, já que a série já provocou intensos debates sobre que tipo de mensagem a dinâmica entre Hardin e seu interesse amoroso, Tessa (Josephine Langford), envia para mulheres jovens, e se esse gênero de fan-fiction envolvendo instabilidade e tesão é muito retrógrado para essa pós era do ”#MeToo”.

Ainda assim, Fiennes Tiffin está confiante de que o filme caiu no lado certo das coisas, em grandes e pequenas formas. “Houve uma direção nas filmagens onde estamos rindo e fugindo de alguém, Tessa tropeça e Hardin a estabiliza”, ele diz. “E a diretora disse muito bem: ‘Esta é um segmento sem sentido. Assume-se que as meninas não podem correr sozinhas. “Foi uma das muitas coisas que estávamos conscientes ao filmar”.

Os fãs, por sua vez, têm poucos escrúpulos. Com cada notícia relacionada a After, Fiennes-Tiffin se prepara para uma enxurrada de seguidores no Instagram – muitos deles usam emoticons de olhos de coração e choros felizes,junto com comentários do tipo: “Eu amo você de todo coração da 7ª série”. E quando as notícias (recursos) não chegam rápido o suficiente, os fãs fazem por si mesmos (exemplo: o “trailer” com imagens de Fiennes-Tiffin e o trabalho anterior de Langford), o que acaba fazendo sentido considerando as origens de After.”

Tem sido um furacão para alguém que até recentemente era mais conhecido por interpretar um pré-adolescente, Tom Riddle. “Foi tão chocante para mim quanto para qualquer outra pessoa”, ele admite. Então, como se fosse uma sugestão, ele lambe os lábios e diz: “É difícil, mas de um jeito bom”.

https://twitter.com/AfterBrasil_/status/1095097821026504705
Matéria publicada por: Douglas Vasquez

Anna Todd e Colleen Hoover juntam-se para conversar sobre o novo romance de Anna, The Brightest Stars. O suspense/romance de Colleen, All Your Perfects, saiu no verão passado.

Colleen: Acabei de terminar Stars e amei. Qual foi a inspiração para a história?

Anna: Quando estava escrevendo As Garotas Spring, eu ficava tentando pensar no que escrever em seguida. Eu não conseguia parar de pensar sobre o que eu gostaria de escrever. Eu tenho tantas histórias que ficam guardadas enquanto escrevo alguma outra coisa.

Fiquei pensando nesse soldado, quieto, um jovem com muitos segredos dentro dele e apenas grudou em mim. Eu não sabia quem ele era ou o porque ele era daquele jeito, mas eu mal podia esperar para descobrir. Eu me inspirei muito em minha vida como esposa de militar e queria escrever algo que eu fosse muito apaixonada e poderia me identificar.

Acho que posso dizer que eu me inspirei em minha vida, na vida das pessoas ao meu redor e em querer crescer, mas sendo justa com essa parte da minha vida.

C: Você mencionou que Stars é o seu livro mais pessoal até agora. Pode nos dizer o motivo?

A: Porque eu fui esposa de um militar e por isso existem algumas coisas nesse livro que aconteceram em minha vida. Eu realmente tive pessoas vindo até o meu gramado medir a grama com uma régua (você entende mais sobre isso no livro). Mas eu sei que muitas pessoas virão me perguntar se essa história foi a minha vida. Acho que o que foi mais pessoal pra mim foi sentir todas as emoções e me lembrar de quando meu marido tinha ido para a guerra e como ele mudou todas as vezes que voltou pra casa. Ele foi convocado sete dias depois que nos casamos, eu tinha apenas 18 anos.

Eu escrevi sobre as minhas experiências e a da pessoas ao meu redor. É um livro que não foi fácil de ser escrito, mas acho que pra mim — esse é o essencial. Eu tenho tanto respeito e admiração com os militares e as famílias de militares. Acho que pra mim foi no sentido de abrir antigas feridas, mas também honrar as memórias.

É fácil, mas também muito difícil você escrever sobre experiências pessoais, especialmente no livro seguinte, onde houve momentos em que eu queria fugir correndo dessa história por causa da maneira com que fez eu me sentir, mas Karina e Kael não deixaram a minha alma. E a história deles merece ser contada.

C: Suas histórias geralmente contém personagens extremamente cheios de defeitos e problemas sociais. De onde vêm essa inspiração?

A: Tenho muita sorte de ter amigos maravilhosos ao meu lado para me inspirarem todos os dias. Eu me atraio por pessoas que são como eu — que experienciaram altos e baixos na vida — mas chegaram ao outro lado. Eles me ensinam sobre redenção e seguir o seu caminho, não importa como.

O passado não te define, mas claro, ele molda você. Acho que personagens com defeitos são importantes, porque ninguém é perfeito. Não é fácil admitir que você tem problemas, mas é libertador. Acho que meus personagens precisam encontrar essa força e seguir seus caminhos para a redenção, esta é a parte que os torna reais.

E quanto aos problemas sociais — sou muito clara quando ao que acredito. Qual é aquele ditado antigo? “Você tem que defender alguma coisa ou cairá por tudo”. Acho que as pessoa precisam enxergar que você pode apoiar suas crenças de forma positiva. Também faz com que as pessoas se sintam menos sozinhas. Nunca vou me acovardar dos problemas sociais nos meus livros ou em minha vida diária.

C: Nós duas somos conhecidas por fazermos nossos leitores chorarem e os personagens correrem atrás de seus finais felizes. Alerta de spoiler: Stars é o primeiro livro de uma série completamente nova, então a minha pergunta é POR QUE VOCÊ QUIS NOS TORTURAR DESSE JEITO? Quantos livros podemos esperar? Espera. Foram duas perguntas.

A: Eu amo torturar as pessoas! (risos) Angústia é o meu lema e eu amo, amo, amo escrever sobre isso. Pra mim, é importante em uma história porque a vida é cheia de drama. Angústia é parte do que nos torna reais. E se você se sentiu torturada pelo primeiro livro, apenas espere o segundo.

Agora — acho que três livros, mas nunca se sabe. Eu sinto que tem mais dessa história surgindo em minha mente.

C: O que inspira você?

A: Muitas coisas; De música à livros e filmes. Sério, qualquer forma de contar histórias. Eu me inspiro na minha vida, nas pessoas ao meu redor. Acho que consigo encontrar inspiração em qualquer coisa, na verdade.

C: Com qual personagem você se identifica mais: Karina ou Kael?

A: Posso dizer os dois? Acho que um pouco de cada. Eu quero agradar as pessoas e crescer muito rápido, do mesmo jeito que a Karina. Eu também pareço com o Kael no humor e no jeito que ele mantém as coisas pra ele mesmo quando as estão o incomodando. Acho que estou cada vez menos parecida com ele nesse sentido, o que é muito bom.

C: Se você tivesse que escolher apenas um livro pra ler pelo resto de sua vida, qual seria?

A: O Cavaleiro de Bronze. Calma… Morro dos Ventos Uivantes… Ah! É tão difícil.

C: Este é seu décimo livro. Como você cresceu como escritora? As coisas são mais fáceis no livro 10 ou as palavras são mais difíceis?

A: Definitivamente mais difíceis de escrever. Mas é parte da diversão. Sinto que cresço como escritora todos os dias da minha vida. Se não estou melhorando, não estou fazendo muito como escritora. Acho que com o tempo, as coisas se tornaram mais pessoais, e continuo colocando meu coração pra fora e mostrando vulnerabilidade e isso não é fácil, mas sou muito sortuda de ter leitores incríveis que parecem querer continuar nessa jornada comigo e eu os amo muito por isso.

C: Você era um fenômeno literário aos 23 anos. Primeiro, isso me torna famosa por conhecer você? Segundo, você tem alguma dica para jovens escritores por aí?

A: Haha. Acho que sim? Eu não me considero famosa, mas gosto que você se sinta famosa porque você acha que eu sou famosa, haha.

Acho que o meu maior conselho é continue escrevendo. Mesmo quando estiver desencorajado, continue. Sua história merece ser contada e não há experiência ou educação que possam mudar isso. Tudo o que você precisa fazer para ser um escritor é ESCREVER. Não deixe ninguém te dizer algo diferente. Sua história é importante. Mesmo se apenas uma pessoa leia e se sinta afetada por suas palavras, você cumpriu o seu trabalho.

Não escreva para se tornar famoso, escreva porque você tem uma história para contar. Tudo se encaixa em seu lugar.

C: O que os fãs de After vão gostar em Stars?

A: Eles vão poder ver os personagens crescerem, assim como eles viram Hardin e Tessa. Gosto de escrever personagens que se desenvolvem, que você consegue ver todos os lados consegue encontrar um pedaço de você neles. Espero que eles consigam ver que essa história é tão pessoal quanto, mas em uma faceta diferente da vida. Estes são dois personagens diferentes, mas acho que eles vão amá-los (dedos cruzados).

C: Falando em After, você passou o verão filmando o filme. Alguma coisinha dos bastidores que você possa nos contar?

A: Hmmm…. não! haha Mas eu vou te contar que eu sinto saudades do elenco demais. Nós realmente nos tornamos uma família enquanto filmávamos e nós não poderíamos ter escolhido um elenco melhor para este filme. Hero e Jo são, honestamente, Hardin e Tessa perfeitos e você vão amar o filme!!! A química entre eles é louca!

C: Qual é a maior diferença entre escrever um livro e fazer um filme? 

A: Tantas diferenças! Eu amo os dois formatos. Eu aprendi muito enquanto trabalhava no roteiro de After e posso dizer que a maior diferença além do tempo, é que no filme, a não ser que você tenha um narrador, você não consegue traduzir monólogos internos, então tudo o que você quer dizer tem que estar nas expressões faciais, tons, locações. É fascinante de trabalhar e eu mal posso esperar para voltar ao set para o próximo projeto!

Tradução por After Brasil. Leia a entrevista original aqui.

Anna Todd é nativa de Dayton, Ohio de 29 anos e encontrou no Wattpad, um aplicativo de escrita social virtual, uma forma de se entreter entre seus empregos. Trabalhando em seu celular o dia todo, ela criou a Série After — cinco livros sobre Tessa e Hardin, uma história da “boa garota” que conhece o rapaz rebelde britânico. A sua fanfiction, cheia de amor por One Direction e Harry Styles, se transformou a história mais lida da plataforma com mais de 1,5 bilhões de leituras. Gallery Books publicou as edições físicas da história em 2014.

Quando perguntada para descrever seu estilo de escrita para uma pessoa que não a conhece, a residente de Los Angeles respondeu “ritmo rápido”, “dramático” e “muito conteúdo jove,-adulto angustiante”.

A sua carreira até agora chegou ao ápice em Agosto, quando ela esteve em Atlanta no set da adaptação cinematográfica de After, programada para ser lançada nos cinemas em 12 de Abril. Nós recentemente conversamos com Todd, que está lançando o 10º livro, “The Brightest Stars”, nesta terça. Com mais de 1,7 milhões de seguidores nas redes sociais, seus fãs podem esperar a história de Karina, uma massagista e filha de militar que cruza o caminho com Kael, um jovem soldado lidando com duas convocações ao Afeganistão. Essa entrevista foi editada e diminuída.

Chicago Tribune: Seu último livro é centrado no estilo de vida militar e estar casada com um veterano. O quanto de você foi refletido no livro?

Anna Todd: Acho que tem muito de mim nos dois personagens; mais nela, claro, mas não é em nenhuma forma autobiográfico, porque é um cenário completamente diferente e com pessoas diferentes. Mas definitivamente tem muita inspiração da vida militar. Eu sou casada com meu marido desde que eu tinha 18 anos, nós namoramos no ensino médio e ele foi para o Iraque três vezes — então tem muito de mim no livro e muitas das emoções de quando o meu marido foi convocado.

CT: Olhando para trás, você acha que se tivesse escrito outro tipo de fanfiction, seus livros teriam se tornado tão populares?

AT: Acho que nós nunca saberemos. Eu escrevi de um lugar dentro de mim que queria muito contar histórias, mas eu escrevia principalmente por ser fã. Eu amo fanfiction da One Direction e queria escrever uma, então não acho que eu jamais teria escrito se não fosse sobre eles.

CT: Você tem uma fã base grande em Chicago?

AT: Chicago é o lugar dos EUA onde tenho a maior base de leitores. Se eu pergunto aos meus leitores onde, nos EUA, eu deveria ir, Chicago sempre tem mais votos. As pessoas me perguntando, desde o começo, quando é que eu vou para Chicago? As minhas estatísticas de leituras no Wattpad é enorme em Chicago, é muito legal.

CT: Você criou o seu caminho até ser publicada. Você olha pra trás com medo agora?

AT: Quando eu estava escrevendo, eu não tinha ideia. Quando estava escrevendo, eu apenas pensava que estava fazendo aquilo por diversão. Eu não estava escrevendo para uma editora ou pelo modelo editoral, eu não pensava nisso, na verdade, mas de alguma forma deu certo pra mim. Eu sinto que manter o modelo editoral tradicional — onde você tem depende de um agente e envia seu manuscrito para 50 editoras e espera que uma delas goste de sua história — não vai se manter por muito mais tempo, porque sinto que leitura deveria ser uma democracia. A ideia de que um editor de alguma forma decide tudo o que nós teremos acesso é meio louco pra mim. É por isso que gosto do Wattpad, porque as pessoas decidem.

CT: Quem é a sua musa inspiradora?

AT: Eu amo contar histórias de primeiras vezes — primeiro amor, primeira experiência na faculdade, primeiro beijo, todas essas coisas. Eu me inspiro muito em músicas, mas é diferente com cada livro. Se você me perguntar o que acontece no final do segundo livro ou no fim da série, eu não tenho ideia. Quanto a “Stars”, enquanto eu pensava sobre o que iria escrever em seguida, esta história permanecia  comigo. Honestamente, acho que as minhas próprias experiências e apenas querer colocar tudo pra fora sem perceber que estou querendo colocar tudo pra fora.

CT: O que você espera que seus leitores levem consigo depois de ler qualquer um de seus livros? 

AT: Acho que quando eu leio uma história, ela muda alguma coisinha em nós, só um pouco. Eu quero que as pessoas mudem um pouco e espero que eu possa dar a elas uma forma de escape.

CT: Qual é o feedback de seus leitores?

AT: Normalmente, “você me fez amar leitura”, o que é sinceramente uma das minhas coisas favoritas de ouvir. Existem tantos pais, professores e bibliotecários que chegam até mim e dizem que vários jovens vão até eles pelos meus livros ou pelos clássicos que eu referencio em meus livros — o que é muito legal. No geral isso ou eles se apegam aos personagens porque eles parecem reais. Eu gosto de escrever personagens que parecem pessoas que eu conheço de verdade.

Nos Estados Unidos, “The Brightest Stars” tem lançamento marcado para 18 de Setembro, no Brasil, o livro será publicado pela Astral Cultural ainda em 2018.

Tradução por After Brasil. Você encontra a entrevista original aqui.

Matéria publicada por: Douglas Vasquez

Anna Todd está perto de ver o primeiro de seus livros sair das páginas e se materializar diante dos seus olhos enquanto participa como produtora executiva da adaptação cinematográfica de After. Prestes a embarcar para Atlanta, onde a maioria das gravações do filme acontecerão pelos próximos dois meses e meio, ela respondeu algumas perguntas pertinentes no Twitter. Nós traduzimos pra você e contextualizamos com exclusividade.

Não é segredo que desde o início da produção do filme Anna foca em fazer algumas mudanças que ela acredita que deveriam ter sido feitas lá atrás, quando o livro foi publicado. Uma dessas mudanças, é a melhor inclusão da diversidade em After, que sofre com a falta de personagens mais relacionáveis com o público da autora.

Uma cena chave do primeiro livro acabou sendo movida para a sequência! Parece que os Afternators terão que esperar mais um ano para chorarem ao som de Never Let Me Go, da Florence + the Machine.

No início, as gravações tomariam lugar em Boston, mas com a constante busca por locações que melhor se adequam ao universo do livro, a produção mudou de lugar para Atlanta, na Geórgia. Anna garante que todas as locações foram encontradas, como noticiamos anteriormente aqui e aqui, mas que as buscas pelo aperfeiçoamento continuam.

E nós vamos à loucura, né?

Gregg Sulkin demonstrou enorme interesse em fisgar algum papel no After Movie lá atrás, quando seu melhor amigo Daniel Sharman era o preferido para o papel principal. Hoje, com um elenco mais jovem responsável pelos personagens, fica a dúvida se ele ainda é uma boa escolha para o papel de Landon Gibson.

After é uma série literária longa demais para ser adaptada em um livro e apesar disso, muitos fãs ainda insistem em questionar a mesma coisa. Há algum tempo atrás, Anna confirmou que a franquia teria de 4 a 5 filmes, dependendo do sucesso do primeiro.

Fechar contratos não é algo simples em nenhuma área da vida. Em uma franquia de filmes, onde os atores ficariam comprometidos pelos próximos 5 a 6 anos (se não mais) é mais complicado ainda e a situação piora quando eles já são contratados por alguma emissora em um contrato vigente para sabe-se lá quantas temporadas e quantos meses de gravações por ano. O que nos resta é paciência e confiança.

O elenco de atores para os personagens adultos ainda é um mistério. Alguém arrisca algum palpite realista?

Vitória dos Afternators!

E aí, ansiosos? After Movie tem as filmagens agendadas para começarem no dia 16 de Julho, daqui 1 semana apenas. Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin estão confirmados como Tessa e Hardin e Swen Temmel será o infame Jace.

 




Nome: After Brasil / Anna Todd Brasil
Online desde: 19 de Junho de 2014
URL: afterbr.com / annatodd.com.br
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Contato: contato@afterbr.com
Versão: 4.0

O After Brasil é a maior fonte sobre a série no Brasil e no mundo; oficializado por Anna Todd e as editoras e distribuidoras parceiras. Todo o conteúdo do site (fotos, notícias, vídeos e etc) pertencem ao site a não ser que seja informado o contrário. Este site foi criado por fãs e para os fãs e não possui nenhum tipo de fins lucrativos.
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AFTER
Status: Disponível
Direção: Jenny Gage
Roteiro: Susan McMartin

AFTER: Depois da Verdade
Status: Pós-produção
Direção: Roger Kumble
Roteiro: Anna Todd

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